lenalucky.com *
Postado em: Wednesday, 22-05-2013 às 16:36
Postado por: Lena Fernandes
Arquivado em: Around the world, Blá blá blá, Pautas, Web designer

Lembro de já ter visto esse storyboard mais ou menos há uns 6 meses atrás. Lindíssimo. Mas, tal foi minha decepção ao ver uma releitura do mesmo usado pela Globo como abertura da novela “Amor à vida”. Dei um grito na sala!

A Globo simplesmente não teria feito isso. Mas fez. Contratou o produtor do storyboard original Ryan Woodward e usou como base o storyboard colocando em plano de fundo pontos da cidade de São Paulo, local aonde a trama é passada.

Fiquei passada com a falta de originalidade. Não que a animação seja péssima, pelo contrário, é linda demais; mas daí usar um produto já inventado é demais para mim e para a visão que tenho sobre a Rede Globo.

Passando a acreditar que muitas vezes nada se inventa e tudo se copia, ou dá-se um jeitinho.

ORIGINAL

A RELEITURA FEITA PARA A NOVELA

- veja no site da novela -

Estou sendo muito cricri?!

Lena Fernandes

Lena é uma blogueira que entrou neste mundo desde 2007. Já passou por vários servidores e agora tem seu domínio próprio. Usa esse espaço para dar opiniões, dicas e ensinar o que aprendeu. Mora no Rio de Janeiro e tem quase 30 anos de uma experiência errante! Fale comigo por aqui.


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Postado em: Monday, 20-05-2013 às 16:13
Postado por: Lena Fernandes
Arquivado em: Quote, Quote musicais

allweneedis...

Lena Fernandes

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Postado em: Monday, 13-05-2013 às 14:08
Postado por: Lena Fernandes
Arquivado em: Amizade mundo real, The Secret

Já escrevi aqui algo do tipo: quem a gente ama de verdade, gosta, nunca vai estar longe mesmo que distante.

Não é falta de tempo – isso eu tenho -; é apenas a falta do que faltou ser ou não era para ser. Já tive amigas de unha e carne por toda a adolescência e até ser uma jovem adulta. E olha, não sou expert em conservar amizade ligando para saber como está ou para bater papo. Às vezes vejo os rostos estampados em avatar e me pergunto aonde foi parar tudo aquilo! Mas a pergunta não é essa.

Se existe alma gêmea, acredito que existe “amizade gêmea”, aquela pessoa especial que veio ao mundo não somente à passeio, mas sim para plantar no coração do outro algo que muito faz falta hoje em dia: companheirismo. E não é somente o companheirismo, a gente confia e se identifica de uma tal forma com a pessoa que somos capazes de sentir quando o outro está triste mesmo que longe e passar horas ao telefone tendo assunto e entendendo o porque daquilo tudo.

Acho que talvez por isso nunca bebi, amigos de copo eu dispenso. Acho que por isso sempre me mantive firme, por que se estar comigo é só nos momentos felizes era bom passar perrengue para ver quem ficaria – e é claro, que ninguém tem a obrigação de ficar e nem atrapalhar a sua felicidade duradora.

Aqui eu não acuso ninguém, apenas reflito sobre a amizade mesmo não sabendo se eu sou uma amiga bacana! Às vezes, só às vezes, eu penso mais no outro do que em mim – não fui acostumada a ter alguém me perguntando como estou, então eu me viro e me fortaleço sozinha de vez em quando.

Guardo muita, mais muita gente no coração. Por tudo que passei com as amigas, pelos conselhos, os colos, as brigas – poucas, graças a Deus! -. Mas hoje só vai comigo quem me acompanha (dã!), quem fala a mesma língua e pelo menos entende sobre o que estou falando. Tenho pouca paciência para segunda chance a quem pisou feio e eu sei, fará o mesmo over and over, and over. Game over.

Por isso hoje são poucos e ainda sobra dedo nas mãos por que conservo mais quem sabe ouvir, quem costuma ser imparcial, quem pisou na bola mas assumiu, quem me ouviu contar a mesma história 3 vezes ou mais e ainda assim me deu leques de opções para sair dessa, quem – indiscutivelmente difícil – ficou ao meu lado quando tinha uma vida toda lá fora.

Eu não sou de procurar, ligar mas respeito tudo o que já vivi com esses que cabem nos dedos da mão. E na hora em que os reencontro sei e sinto que é como se não tivesse passado um dia da última aula, última pizza, último desabafo e risada, por que simplesmente nasceram com a vocação de estar aqui, alí e lá para o que der e vier.

Lena Fernandes

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Postado em: Tuesday, 07-05-2013 às 16:11
Postado por: Lena Fernandes
Arquivado em: Around the world, Música do dia

triunfo-pessoal

Os personagens que eu conheci triunfaram pois foram ingênuos ou triunfaram pois nasceram com esse dom da cautela.

Não tem fórmula. É vivendo que a gente se machuca. É vivendo que ficamos boquiabertos. É em silêncio que o coração triunfa.
Não importa quem você é. Quem você foi deve te fazer pelo menos dar uma boa risada. O sabor do que deveria parecer óbvio me faz rir ainda mais. Sem peso não conhecemos o alívio.
Sem a inocência não existiria o aprendizado. Sem as porradas em série não nos escaldaríamos. Sem a visão limpa do que poderia ser não teríamos a oportunidade de chorar pelo que não é.
Com o engano nos damos a oportunidade da segunda chance. Às vezes nem dá para ter segunda chance. Sem o triunfo não nos sentiríamos aliviados.
É pessoal. Intrasponível. É vivência de cada um.
É apenas rezar para que os olhos sejam lubrificados e não ressequem em acreditar.
Um salto, uma página virada, um aprendizado, um ar à mais para os pulmões. O triunfo silencioso jamais poderá ser transposto em palavras e nem em expressões. É único e transcende qualquer momento.

Bitter sweet symphony – The Verve

Lena Fernandes

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Postado em: Tuesday, às 15:51
Postado por: Lena Fernandes
Arquivado em: Nostalgia

poema-em-forma-de-blythe

Essa foi a minha segunda Blythe e eu me arrependo até hoje de tê-la vendido.

Lena Fernandes

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